Estratégias de Associação Medicamentosa na Hipertensão Arterial

UFF/HUAP - Hospital Universitário Antônio Pedro - Niterói (RJ) — Prova 2019

Enunciado

Homem, 50 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica e diabetes melito, comparece a consulta ambulatorial médica. Está assintomático e sua pressão arterial é de 148 x 102 mmHg, FC = 70 bpm. Exames laboratoriais mostram hemograma normal, glicemia = 160 mg/dl, hemoglobina glicada = 8,4%, colesterol total = 20 mg/dl, HDL = 30 mg/dl e triglicerídeos = 250 mg/dl; bioquímica normal; albuminúria = 190 mg/g. Doppler de carótidas com placa na carótida comum direita = 90%. Está em uso de losartana 50 mg/dia, metformina 2000 mg//dia e sinvastatina 20 mg/dia. Com base na VII Diretriz de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia, pode-se afirmar que:

Alternativas

  1. A) há evidências a favor do uso de duas drogas anti-hipertensivas associadas em dose baixa.
  2. B) consideram-se os iECA são mais eficazes que os BRA na prevenção cardiovascular.
  3. C) deve-se intensificar as medidas não farmacológicas, sem mudança na posologia dos fármacos, e revisão da PA em seis meses. 
  4. D) deve-se aumentar a dose de losartana para 100 mg/dia.
  5. E) está indicada associação de iECA com BRA para melhor efeito antiproteinúria.

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