SUS-RR - Sistema Único de Saúde de Roraima — Prova 2021
As ações de saúde de assistência pré-natal na atenção básica deverão ser integrais e de qualidade, para tanto é necessário que o médico, exceto:
Pré-natal alto risco → encaminhamento E cuidado compartilhado, não exclusividade da referência.
A assistência pré-natal na atenção básica deve ser integral e contínua, mesmo para gestantes de alto risco. O encaminhamento ao serviço de referência não exclui a atenção básica do acompanhamento, mas sim estabelece um cuidado compartilhado, onde ambos os níveis de atenção atuam de forma complementar para garantir a melhor assistência à gestante e ao bebê.
A assistência pré-natal é um pilar fundamental da saúde materno-infantil, visando garantir uma gestação saudável e um parto seguro. Na atenção básica, essa assistência deve ser integral, humanizada e de qualidade, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde. O objetivo é identificar precocemente riscos e intervir adequadamente, promovendo a saúde da mãe e do bebê desde o início da gestação. Um ponto crucial é a abordagem da gestante de alto risco. Ao identificar uma gestante com fatores de risco, o médico da atenção básica deve encaminhá-la para o serviço de referência especializado. No entanto, é um erro comum pensar que a partir desse momento a gestante deixa de ser acompanhada pela atenção básica. Pelo contrário, o cuidado deve ser compartilhado e complementar, com a atenção básica mantendo o vínculo, realizando visitas domiciliares, acompanhando o aleitamento e orientando sobre planejamento familiar, enquanto o serviço de referência foca nas especificidades do alto risco. As consultas de pré-natal devem seguir um cronograma específico: mensais até a 28ª semana, quinzenais entre 28 e 36 semanas e semanais no termo. Além disso, o cadastramento no SisPreNatal e o preenchimento e atualização do Cartão da Gestante são ações administrativas essenciais que garantem o registro adequado e a continuidade do cuidado. A atenção básica desempenha um papel insubstituível na promoção da saúde e na prevenção de complicações, mesmo em casos de alto risco.
A atenção básica continua acompanhando a gestante de alto risco, realizando ações como visitas domiciliares, orientações sobre aleitamento e planejamento familiar, e mantendo o vínculo, em um modelo de cuidado compartilhado com o serviço de referência.
As consultas devem ser mensais até a 28ª semana, quinzenais entre 28 e 36 semanas, e semanais do termo (37 semanas) até o parto, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde.
O cadastramento no SisPreNatal e o fornecimento e atualização do Cartão da Gestante são essenciais para o registro e acompanhamento adequado da gestação.
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