HOC - Hospital de Olhos de Conquista (BA) — Prova 2015
Na assistência ao parto normal, o partograma deve ser iniciado:
Partograma inicia na fase ativa do trabalho de parto = ≥ 3 cm de dilatação + contrações regulares (3-5/10 min).
O partograma é uma ferramenta gráfica essencial para monitorar a progressão do trabalho de parto, identificar desvios da normalidade e prevenir distocias. Sua correta aplicação a partir da fase ativa é fundamental para a segurança materno-fetal.
O partograma é um registro gráfico da evolução do trabalho de parto, proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma ferramenta essencial para a vigilância e manejo do parto normal. Seu objetivo principal é identificar precocemente desvios da normalidade na progressão do parto, permitindo intervenções oportunas e baseadas em evidências, reduzindo a morbimortalidade materno-fetal. A correta utilização do partograma contribui para a diminuição das taxas de cesariana e o uso de ocitocina. A fase ativa do trabalho de parto é o marco para o início do preenchimento do partograma. Esta fase é definida pela presença de dilatação cervical de 3 a 4 cm ou mais, acompanhada de contrações uterinas regulares, com duração e intensidade crescentes (geralmente 3 a 5 contrações em 10 minutos). Antes disso, na fase de latência, a progressão é mais lenta e imprevisível, e o registro no partograma poderia levar a interpretações errôneas e intervenções desnecessárias. O partograma registra a dilatação cervical, descida da apresentação fetal, frequência cardíaca fetal, contrações uterinas, membranas amnióticas, medicamentos administrados e sinais vitais maternos. A análise da curva de dilatação e da linha de alerta/ação permite identificar distocias e guiar a conduta. É uma ferramenta indispensável para residentes e profissionais de saúde que atuam na assistência ao parto.
O partograma é uma ferramenta gráfica que permite avaliar a progressão do trabalho de parto, identificar desvios da normalidade (como distocias de dilatação ou descida) e auxiliar na tomada de decisões clínicas, contribuindo para a redução de intervenções desnecessárias e desfechos adversos.
O partograma deve ser iniciado quando a mulher está em fase ativa do trabalho de parto, caracterizada por dilatação cervical de 3 a 4 cm ou mais, e presença de contrações uterinas regulares e efetivas (geralmente 3 a 5 contrações em 10 minutos).
A fase de latência é o período inicial do trabalho de parto, caracterizado por contrações uterinas irregulares e menos intensas, com dilatação cervical de até 3 cm. Não se inicia o partograma nesta fase, pois a progressão é mais lenta e variável.
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