PSU-ES - Processo Seletivo Unificado do Espírito Santo — Prova 2025
Com relação à assistência ao trabalho de parto, assinale a alternativa INCORRETA:
Assinclitismo posterior (Litzmann) = parietal POSTERIOR entra primeiro. Assinclitismo anterior (Naegele) = parietal ANTERIOR entra primeiro.
No assinclitismo posterior, a sutura sagital fetal está mais próxima do púbis materno, e o parietal posterior é o primeiro a entrar na pelve. A alternativa afirma o oposto, tornando-a incorreta. O conhecimento das variedades de apresentação e assinclitismo é fundamental no trabalho de parto.
A assistência ao trabalho de parto exige um conhecimento aprofundado da estática fetal e do mecanismo do parto. Residentes e estudantes de obstetrícia precisam dominar os conceitos de apresentação, posição, atitude e variedade de posição fetal, bem como as variações como o assinclitismo e as deflexões. Essas informações são cruciais para avaliar a progressão do parto e identificar possíveis distocias. As variedades de apresentação cefálica incluem a fletida (vértice), onde o ponto de referência é o vértice, e as defletidas. A deflexão de primeiro grau (bregmática) tem o bregma como referência. A deflexão de segundo grau (frontal) tem a glabela como referência. A deflexão de terceiro grau (face) tem o mento como referência. É importante notar que a apresentação de face mento-posterior é uma distocia grave, pois o mento voltado para o sacro impede a flexão necessária para o desprendimento, tornando o parto vaginal impossível. O assinclitismo refere-se à inclinação lateral da cabeça fetal. No assinclitismo anterior (de Naegele), a sutura sagital está mais próxima do sacro, e o parietal anterior entra primeiro na escavação pélvica. No assinclitismo posterior (de Litzmann), a sutura sagital está mais próxima do púbis, e o parietal posterior entra primeiro. Embora um certo grau de assinclitismo seja fisiológico e possa facilitar a descida, o assinclitismo exagerado pode dificultar a progressão do parto e necessitar de intervenção.
Assinclitismo é a inclinação lateral da cabeça fetal em relação ao plano da bacia materna, onde a sutura sagital não está equidistante do púbis e do sacro. Pode ser anterior (de Naegele), quando o parietal anterior entra primeiro, ou posterior (de Litzmann), quando o parietal posterior entra primeiro.
Na apresentação cefálica defletida de segundo grau, também conhecida como apresentação de fronte, o ponto de referência é a glabela. Nesta apresentação, a cabeça fetal está parcialmente defletida, com a fronte se apresentando ao canal de parto.
Na apresentação de face mento-posterior, o mento (ponto de referência) está voltado para o sacro materno. Para o desprendimento, a cabeça fetal precisaria realizar uma flexão máxima, o que é impossível nessa posição, impedindo a passagem pelo canal de parto e tornando o parto vaginal inviável.
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