HFA - Hospital das Forças Armadas (DF) — Prova 2015
Assinale a alternativa que apresenta o tumor funcionante mais comum do pâncreas.
Insulinoma = tumor funcionante pancreático mais comum → hipoglicemia de jejum.
O insulinoma é o tumor funcionante mais comum do pâncreas, caracterizado pela produção autônoma e excessiva de insulina, levando a episódios de hipoglicemia, especialmente em jejum. O diagnóstico é confirmado pela tríade de Whipple e testes de supressão de insulina.
O insulinoma é o tumor neuroendócrino pancreático funcionante mais comum, caracterizado pela produção autônoma e excessiva de insulina pelas células beta do pâncreas. Essa hiperinsulinemia endógena leva a episódios recorrentes de hipoglicemia, que podem ser graves e manifestar-se com sintomas neuroglicopênicos (confusão mental, convulsões, coma) e adrenérgicos (sudorese, tremores, palpitações). A maioria dos insulinomas é benigna e solitária. O diagnóstico de insulinoma é suspeitado pela presença da tríade de Whipple e confirmado por um teste de jejum prolongado (geralmente 72 horas) no qual são dosados glicemia, insulina, peptídeo C e pró-insulina. Níveis elevados de insulina e peptídeo C na presença de hipoglicemia são altamente sugestivos. A localização do tumor é realizada por exames de imagem como ultrassonografia endoscópica, tomografia computadorada ou ressonância magnética. O tratamento de escolha para o insulinoma é a ressecção cirúrgica do tumor, que geralmente é curativa. Em casos de tumores múltiplos, metastáticos ou inoperáveis, podem ser utilizadas terapias medicamentosas para controlar a hipoglicemia, como diazóxido ou análogos da somatostatina. O prognóstico é excelente para tumores benignos ressecáveis.
Os sintomas são decorrentes da hipoglicemia e incluem neuroglicopenia (confusão, tontura, convulsões, coma) e ativação adrenérgica (tremores, palpitações, sudorese, fome).
O diagnóstico é baseado na tríade de Whipple (sintomas de hipoglicemia com jejum, glicemia < 50 mg/dL e alívio dos sintomas com glicose) e confirmado por testes de jejum prolongado com dosagem de insulina, peptídeo C e pró-insulina.
O tratamento definitivo é cirúrgico, com ressecção do tumor. Em casos inoperáveis ou metastáticos, podem ser usados análogos da somatostatina ou quimioterapia.
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