UEL - Hospital Universitário de Londrina (PR) — Prova 2023
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o espasmo de qual músculo do assoalho pélvico é mais comumente implicado no vaginismo.
Vaginismo = espasmo involuntário do músculo pubococcígeo (parte do elevador do ânus) que impede a penetração.
O vaginismo é caracterizado por espasmo involuntário e recorrente dos músculos do assoalho pélvico, principalmente o pubococcígeo, que impede ou dificulta a penetração vaginal. É uma condição multifatorial, com componentes físicos e psicológicos, que causa dor e angústia.
O vaginismo é uma disfunção sexual feminina caracterizada por espasmos involuntários e recorrentes dos músculos do assoalho pélvico, que impedem ou dificultam a penetração vaginal, seja durante o intercurso sexual, exames ginecológicos ou inserção de tampões. Essa condição pode causar dor significativa (dispareunia), angústia e impactar negativamente a vida sexual e a autoestima da mulher. O músculo mais comumente implicado no vaginismo é o pubococcígeo, que faz parte do complexo do músculo elevador do ânus. O espasmo desse músculo leva ao fechamento reflexo da entrada vaginal, tornando a penetração dolorosa ou impossível. A etiologia é multifatorial, combinando fatores psicológicos (ansiedade, trauma, educação sexual restritiva) e físicos (dor crônica, infecções prévias, cicatrizes). O tratamento do vaginismo é geralmente multidisciplinar, envolvendo fisioterapia pélvica para relaxamento muscular, biofeedback e uso gradual de dilatadores vaginais. A terapia sexual e psicológica é fundamental para abordar os componentes emocionais e comportamentais da condição, visando a dessensibilização, a ressignificação da sexualidade e a melhora da qualidade de vida sexual da paciente.
Vaginismo é a contração involuntária e persistente dos músculos do assoalho pélvico, especialmente o pubococcígeo, que ocorre antes ou durante a tentativa de penetração vaginal, causando dor, desconforto e impossibilitando o ato sexual, exames ginecológicos ou inserção de tampões.
O músculo pubococcígeo é uma das principais partes do músculo elevador do ânus e é o mais comumente implicado no espasmo involuntário que caracteriza o vaginismo, impedindo a dilatação vaginal e causando a sensação de 'parede' ou 'fechamento'.
O tratamento é multidisciplinar, envolvendo fisioterapia pélvica para relaxamento muscular, biofeedback e uso de dilatadores vaginais. A terapia sexual e psicológica é fundamental para abordar os aspectos emocionais, traumas e ansiedade associados à condição.
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