SMA Volta Redonda - Secretaria Municipal de Saúde (RJ) — Prova 2021
Assinale a alternativa FALSA sobre a infecção humana pelo novo coronavírus SARS CoV-2
COVID-19: Linfopenia é comum, não linfocitose. Infiltrados bilaterais e PCR ↑ são achados típicos.
A linfopenia (redução do número de linfócitos) é uma alteração laboratorial comum e característica em pacientes com COVID-19, especialmente nos casos mais graves, refletindo a resposta imune à infecção viral. A linfocitose, por outro lado, é incomum e geralmente associada a outras condições.
A infecção humana pelo SARS-CoV-2, causadora da COVID-19, emergiu como uma pandemia global, impactando profundamente a saúde pública. É uma doença respiratória aguda que pode variar de assintomática a grave, com alta morbimortalidade. O conhecimento sobre sua epidemiologia, transmissão e manifestações clínicas é crucial para todos os profissionais de saúde. O período médio de incubação é de 5 a 6 dias, com um intervalo que pode se estender até 14 dias. A transmissão ocorre principalmente por gotículas respiratórias e contato direto. O diagnóstico sindrômico foi amplamente adotado durante a pandemia para triagem. As alterações laboratoriais e de imagem são importantes para o manejo. Infiltrados bilaterais na tomografia de tórax e aumento da proteína C reativa são achados comuns. No entanto, a linfopenia (diminuição dos linfócitos) é uma característica marcante no hemograma, especialmente em casos mais graves, e não a linfocitose. O paciente pode manifestar febre, tosse, dor de garganta, cefaleia, mialgia ou artralgia.
A linfopenia, ou seja, a diminuição do número de linfócitos, é uma alteração laboratorial comum e característica em pacientes com COVID-19.
Os sintomas mais frequentes incluem febre de início súbito, tosse, dor de garganta, cefaleia, mialgia ou artralgia, podendo variar em gravidade.
A transmissão ocorre principalmente por contato com pessoas infectadas, através de gotículas respiratórias e contato com superfícies contaminadas, com as mãos não higienizadas.
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