Aspiração de Corpo Estranho: Diagnóstico e Manejo Pediátrico

HMAR - Hospital Memorial Arthur Ramos (AL) — Prova 2018

Enunciado

Uma criança de 3 anos, previamente hígida, chega ao Pronto Socorro com insuficiência respiratória, apresentando inicio súbito de estridor, evoluindo para dispneia. A mãe nega febre e sintomas de vias aéreas superiores nos últimos dias. Ao exame encontra-se afebril, pálida, com cianose de extremidades e perioral, tosse bitonal, sibilos esparsos e murmúrio vesicular diminuído em hemitórax direito. O diagnóstico mais provável e a conduta são: 

Alternativas

  1. A) Laringite aguda, inalação com adrenalina pura e corticoide via oral.
  2. B) Aspiração de corpo estranho, radiografia de tórax e solicitar broncoscopia.
  3. C) Epiglotite, entubação orotraqueal e uso de ceftriaxone.
  4. D) Asma aguda grave, radiografia de tórax e inalações de resgate com beta 2 agonista.

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