SES-RJ - Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2025
Nos itens de maior atenção na abordagem da criança com suspeita de aspiração de corpo estranho, é fundamental o pediatra reconhecer sinais e sintomas de alerta: I. Pneumonia de repetição. II. Rinorreia unilateral. III. Sibilância persistente. Quais estão corretos?
Sibilância persistente ou Rinorreia unilateral fétida em criança → Excluir Corpo Estranho.
A aspiração ou inserção de corpo estranho deve ser suspeitada em quadros respiratórios atípicos, unilaterais ou recorrentes que não respondem ao tratamento padrão.
A aspiração de corpo estranho é uma causa significativa de morbidade na infância, ocorrendo principalmente entre 1 e 3 anos de idade devido à exploração oral e imaturidade da deglutição. O diagnóstico pode ser desafiador quando o evento inicial não é presenciado. Sinais como pneumonia de repetição no mesmo segmento pulmonar, sibilância que não melhora com broncodilatadores e secreção nasal unilateral fétida são 'red flags' fundamentais para o pediatra. O atraso no diagnóstico pode levar a complicações como bronquiectasias e abscessos pulmonares.
A tríade clássica inclui tosse súbita, sibilância e diminuição localizada do murmúrio vesicular. No entanto, muitos pacientes apresentam apenas sintomas crônicos como tosse persistente ou pneumonias de repetição no mesmo lobo.
A presença de rinorreia unilateral, purulenta e com odor fétido em uma criança é altamente sugestiva de corpo estranho nasal até que se prove o contrário.
A conduta definitiva é a realização de broncoscopia, preferencialmente rígida, que permite tanto o diagnóstico quanto a remoção segura do objeto sob visualização direta.
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