CMC - Fundação Centro Médico de Campinas (SP) — Prova 2025
No manejo da asma em crianças, qual é o medicamento de primeira escolha para o controle diário em casos de asma persistente leve?
Asma persistente leve em crianças → Corticosteroide inalatório (CI) é 1ª escolha para controle diário.
Para o controle diário da asma persistente leve em crianças, os corticosteroides inalatórios (CI) são a medicação de primeira escolha. Eles agem reduzindo a inflamação crônica das vias aéreas, prevenindo sintomas e exacerbações, e são fundamentais para o manejo a longo prazo da doença.
A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, caracterizada por hiperresponsividade brônquica e obstrução variável do fluxo aéreo, que é reversível espontaneamente ou com tratamento. É uma das doenças crônicas mais comuns na infância, impactando significativamente a qualidade de vida das crianças e suas famílias. O manejo adequado visa controlar os sintomas, prevenir exacerbações e manter a função pulmonar. A classificação da asma em intermitente, persistente leve, moderada ou grave orienta a escolha do tratamento de controle. Para a asma persistente leve, que se manifesta com sintomas mais de duas vezes por semana, mas menos que diariamente, ou despertares noturnos 3-4 vezes ao mês, é fundamental iniciar uma medicação controladora diária. Os corticosteroides inalatórios (CI) são a pedra angular do tratamento de controle da asma em crianças, independentemente da gravidade. Eles atuam reduzindo a inflamação subjacente das vias aéreas, o que leva à diminuição dos sintomas, da frequência de exacerbações e da necessidade de broncodilatadores de resgate. A adesão ao tratamento e a técnica correta de inalação são cruciais para a eficácia.
Os corticosteroides inalatórios são a base do tratamento de controle da asma em crianças, pois atuam diretamente na inflamação crônica das vias aéreas. Eles reduzem a hiperresponsividade brônquica, diminuem a frequência e gravidade dos sintomas e previnem exacerbações.
Os ARLT, como o montelucaste, podem ser uma alternativa para o controle da asma persistente leve em crianças que não toleram ou recusam os corticosteroides inalatórios, ou como terapia adicional em casos de asma mais grave. No entanto, não são a primeira escolha como monoterapia para asma persistente.
Os principais objetivos são alcançar e manter o controle dos sintomas, prevenir exacerbações, manter a função pulmonar o mais próximo do normal, permitir uma vida ativa e normal, e minimizar os efeitos adversos da medicação.
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