Asma Persistente: Diagnóstico e Manejo Inicial

UFSC/HU - Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago (SC) — Prova 2019

Enunciado

Considere uma paciente feminina, 33 anos, com história de asma na infância, atualmente assintomática respiratória. Apresenta-se em consulta ambulatorial de rotina para avaliação pulmonar. Realizou RX de tórax que não evidenciou alterações, e espirometria com os seguintes dados: VEF1 = 2,87 L (62% previsto) CVF 4,75 (85% do previsto). Realizou prova broncodilatadora com uso de 400 mcg de salbutamol com resposta broncodilatadora significativa, mas sem normalização dos valores espirométricos. Considerando quadro clínico e espirometria, qual a conduta correta?

Alternativas

  1. A) Iniciar tratamento com corticoide inalado associado a broncodilatador de curta duração de resgate.
  2. B) Solicitar pletismografia (prova de função pulmonar avançada) para melhor avaliação da espirometria e diagnóstico.
  3. C) Solicitar realização de tomografia computadorizada de tórax para melhor avaliar possível doença pulmonar intersticial.
  4. D) Iniciar tratamento com corticoide oral por cinco dias associado a broncodilatador de longa duração contínuo.
  5. E) Solicitar dosagem de IgE para avaliar indicação de omalizumabe, visto que a paciente tem alterações da função pulmonar.

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