SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2021
A gravidade da asma durante a gestação é classificada de maneira dinâmica, de acordo com o grau de controle. Considera-se asma controlada aquela que preenche todos os critérios de controle; asma parcialmente controlada é aquela com um ou dois critérios alterados; e, quando houver três ou mais critérios alterados, considera- se asma não controlada.São critérios atuais de controle:
Asma controlada na gestação: sem despertares/limitação, sintomas/resgate < 2x/sem, VEF1 normal.
O controle da asma na gestação é crucial para a saúde materno-fetal. Os critérios de asma controlada incluem ausência de despertares noturnos, ausência de limitação de atividades, sintomas diurnos e uso de medicação de resgate menos de duas vezes por semana, e função pulmonar (VEF1) normal.
A asma é uma das doenças crônicas mais comuns na gravidez, afetando cerca de 4% a 8% das gestantes. O manejo adequado é fundamental, pois a asma mal controlada está associada a um aumento significativo de complicações maternas e fetais, incluindo pré-eclâmpsia, hipertensão gestacional, parto prematuro, baixo peso ao nascer e restrição de crescimento intrauterino. A classificação da gravidade da asma na gestação é dinâmica e baseada no grau de controle, utilizando critérios semelhantes aos da população geral, mas com atenção especial à segurança dos medicamentos. Os critérios para asma controlada incluem: ausência de despertares noturnos, ausência de limitação das atividades físicas, sintomas respiratórios diurnos menos de duas vezes por semana, necessidade de uso de medicação de resgate menos de duas vezes por semana e VEF1 normal. O tratamento da asma na gestação deve seguir as diretrizes habituais, priorizando a manutenção do controle para evitar exacerbações. A maioria dos medicamentos para asma, como corticosteroides inalatórios e beta-2 agonistas de curta e longa ação, são considerados seguros durante a gravidez. O objetivo é otimizar a função pulmonar materna e garantir a oxigenação fetal adequada.
Os critérios incluem ausência de despertares noturnos, ausência de limitação de atividades, sintomas diurnos e uso de medicação de resgate menos de duas vezes por semana, e VEF1 normal.
O bom controle da asma na gestação previne exacerbações, que podem levar à hipóxia materna e fetal, e reduz o risco de complicações como pré-eclâmpsia, parto prematuro e baixo peso ao nascer.
A asma não controlada aumenta o risco de prematuridade, baixo peso ao nascer, restrição de crescimento intrauterino e hipóxia fetal.
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