UNIRV - Universidade de Rio Verde (GO) — Prova 2021
O manejo farmacológico da asma mudou consideravelmente nas últimas décadas, com base no entendimento de que a asma é uma doença heterogênea e complexa. Segundo o GINA 2020, o tratamento de controle da asma para menores de 6 anos é dividido em etapas de I a IV, nas quais a dose de corticoide inalatório aumenta gradualmente. Segundo essa doença e seu tratamento recomendado atualmente, assinale a alternativa correta:
Asma < 6 anos com > 3 exacerbações/ano → CI contínuo + SABA sob demanda (GINA 2020).
O GINA 2020 enfatiza a importância do corticoide inalatório contínuo em crianças pré-escolares com asma persistente e exacerbações frequentes, mesmo que os sintomas não sejam diários, para reduzir o risco de futuras crises. O uso de beta-2 agonistas de curta ação é reservado para alívio dos sintomas.
A asma em crianças menores de 6 anos é um desafio diagnóstico e terapêutico devido à heterogeneidade da doença e à dificuldade de avaliação. O GINA (Global Initiative for Asthma) fornece diretrizes atualizadas para o manejo, reconhecendo a importância do controle da inflamação das vias aéreas para prevenir exacerbações e melhorar a qualidade de vida. A prevalência da asma nessa faixa etária é significativa, e o manejo adequado é crucial para evitar hospitalizações e sequelas a longo prazo. A fisiopatologia da asma envolve inflamação crônica das vias aéreas, hiperresponsividade brônquica e obstrução variável do fluxo aéreo. O diagnóstico é clínico, baseado em sintomas recorrentes de sibilância, tosse e dispneia. A suspeita deve surgir em crianças com episódios repetidos de sibilância, especialmente se houver histórico familiar de atopia ou asma. A avaliação da gravidade e do controle é fundamental para guiar o tratamento. O tratamento de controle visa reduzir a inflamação e prevenir exacerbações. Para crianças com mais de três exacerbações anuais, o uso contínuo de corticoide inalatório é a base da terapia, complementado por beta-2 agonistas de curta ação para alívio sintomático. É importante monitorar a técnica inalatória e a adesão, além de considerar fatores desencadeantes ambientais. O prognóstico é geralmente bom com manejo adequado, mas a asma pode persistir na vida adulta.
Os pilares incluem o uso de corticoides inalatórios como terapia de controle para reduzir a inflamação e beta-2 agonistas de curta ação para alívio rápido dos sintomas.
É recomendado para crianças com sintomas consistentes, asma não controlada ou mais de três exacerbações anuais, conforme as diretrizes do GINA 2020.
Em crianças menores de 6 anos, o foco é no corticoide inalatório e SABA, sem a recomendação rotineira de LABA. Em adultos, o uso de LABA associado ao CI é comum em etapas mais avançadas.
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