Manejo da Asma em Escolares: Quando Fazer o Step-up?

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Um escolar de 10 anos de idade, com diagnóstico de asma brônquica, retorna para consulta de rotina. Ele utiliza regularmente budesonida 200 mcg associada ao formoterol 6 mcg, um jato de cada dispositivo, duas vezes ao dia, via inalador pressurizado acoplado a espaçador valvulado. A mãe relata que, nas últimas quatro semanas, o menino apresentou tosse e sibilância diurna em cinco dias da semana, despertou duas vezes no período noturno devido à falta de ar e precisou utilizar o salbutamol de resgate quase todos os dias. Ele continua participando das aulas de educação física, mas refere cansaço maior que o habitual e necessidade de pausas frequentes. A técnica inalatória foi observada pelo médico e considerada excelente, e a adesão ao tratamento é confirmada pela contagem de doses no dispositivo. O exame físico atual revela paciente eupneico, com murmúrio vesicular universalmente audível e sem ruídos adventícios. A espirometria realizada recentemente revelou um VEF1 de 78% do previsto, com prova broncodilatadora negativa. Com base nas diretrizes globais de manejo da asma para esta faixa etária, a conduta farmacológica mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Iniciar prednisona oral na dose de 1 mg/kg/dia por cinco dias e reavaliar o paciente em uma semana para decidir sobre o ajuste da manutenção.
  2. B) Manter a dose atual da budesonida e associar o montelucaste sódico 5 mg, uma vez ao dia, ao deitar.
  3. C) Adicionar brometo de tiotrópio 2,5 mcg ao esquema atual, mantendo as doses de budesonida e formoterol inalteradas.
  4. D) Progressão para a Etapa 4 do tratamento, aumentando a dose da budesonida para 400 mcg, duas vezes ao dia, mantendo o formoterol.

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