ENARE/ENAMED — Prova 2025
A asma é uma doença pulmonar crônica que necessita de controle para evitar perda progressiva da função pulmonar. O tratamento intercrise tem como principal fármaco:
Asma = Doença inflamatória → Corticoide inalatório é o pilar obrigatório do tratamento de manutenção.
O tratamento de manutenção da asma foca na redução da inflamação das vias aéreas; por isso, o corticoide inalatório é a droga de escolha.
A asma é caracterizada por uma inflamação tipo 2 (T2-high) na maioria dos pacientes, envolvendo eosinófilos e mastócitos. O tratamento moderno, guiado pelo Global Initiative for Asthma (GINA), enfatiza que mesmo pacientes com sintomas leves devem receber corticoide inalatório (seja fixo ou em combinação com formoterol SOS) para mitigar o risco inflamatório. O controle clínico é avaliado pela frequência de sintomas diurnos, despertares noturnos, necessidade de resgate e limitação de atividades. O ajuste terapêutico é feito em 'steps', onde o corticoide inalatório permanece como o protagonista em todos os níveis de tratamento de manutenção.
A asma é fundamentalmente uma doença inflamatória crônica das vias aéreas. O corticoide inalatório atua diretamente nessa inflamação, reduzindo a hiperresponsividade brônquica, melhorando a função pulmonar e prevenindo exacerbações graves.
Não é recomendado. O uso isolado de broncodilatadores de curta ação (SABA) trata apenas o sintoma agudo (broncoconstrição) e não a causa (inflamação), estando associado a um maior risco de crises graves e mortalidade, segundo as diretrizes do GINA.
O uso regular reduz a frequência e a gravidade dos sintomas, melhora a qualidade de vida, diminui a necessidade de medicação de resgate e previne o remodelamento irreversível das vias aéreas a longo prazo.
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