Diagnóstico e Manejo Inicial da Asma Brônquica

SMS João Pessoa - Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa (PB) — Prova 2026

Enunciado

Uma mulher de 28 anos, sem comorbidades, apresenta queixas de dispneia, tosse seca e chiado no peito há três meses, principalmente à noite e durante exercícios físicos. Ela relatou que esses sintomas pioram em períodos de exposição a poeira e mudanças de clima. Foi realizado um teste de função pulmonar (espirometria) e exames laboratoriais. Os resultados foram os seguintes: • Espirometria pós broncodilatador: o VEF1/CVF = 65%; o VEF1 = 70% do previsto, com aumento de 13% após uso de broncodilatador. • Hemograma: o Eosinófilos 600/mm³. • Gasometria arterial: o pH 7,40; o PaCO₂ = 38 mmHg; o PaO₂ = 90 mmHg. Com base os resultados dos exames e no quadro clínico, assinale a afirmativa correta:

Alternativas

  1. A) A presença de eosinofilia no hemograma confirma que a paciente está em crise asmática grave, necessitando de internação hospitalar.
  2. B) A espirometria com VEF1/CVF reduzido e resposta positiva ao broncodilatador confirma o diagnóstico de asma, e o tratamento inicial deve incluir broncodilatadores de curta duração e corticosteroides inalatórios.
  3. C) A gasometria arterial demonstra hipoxemia significativa, justificando a necessidade de oxigenoterapia suplementar continua no manejo da asma.
  4. D) A paciente está em fase inicial de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), pois a resposta ao broncodilatador foi insuficiente para confirmar asma.
  5. E) O aumento de VEF1 em mais de 12% após broncodilatador sugere que a asma está sob controle e não é necessário iniciar tratamento farmacológico.

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