Asma Brônquica: Diagnóstico pela Espirometria

Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina — Prova 2018

Enunciado

Paciente masculino, 33 anos de idade, com dispneia em crises no último ano, associada à opressão torácica e tosse seca, principalmente noturna. Relata rinite alérgica sem tratamento regular e crises de chiado na infância na época do inverno. Ex-tabagista 5 anos/maço (parou há 1 ano). Nega uso de medicações contínuas. Após passar em avaliação médica, foi solicitado radiografia de tórax que foi normal e prova de função pulmonar. Qual o resultado da espirometria e a hipótese diagnóstica? Abreviaturas: LIN: Limite Inferior da Normalidade; BD: Broncodilatador; %: porcentagem do previsto.

Alternativas

  1. A) Espirometria com distúrbio ventilatório obstrutivo leve; resposta significativa de fluxo pulmonar após broncodilatador inalatório. Asma.
  2. B) Espirometria com distúrbio ventilatório obstrutivo leve; resposta significativa de fluxo e volume pulmonares após broncodilatador inalatório. Asma.
  3. C) Espirometria normal; ausência de resposta significativa ao broncodilatador inalatório. Dispneia psicogênica.
  4. D) Espirometria com distúrbio ventilatório obstrutivo leve; ausência de resposta significativa de fluxo e volume pulmonares após broncodilatador inalatório. Asma e DPOC associados
  5. E) Espirometria distúrbio ventilatório obstrutivo moderado; resposta significativa de fluxo pulmonar após broncodilatador inalatório. Asma e DPOC associados.

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