Fundhacre - Fundação Hospital Estadual do Acre — Prova 2020
Com relação ao tratamento da asma aguda na infância, qual é a conduta preconizada no primeiro atendimento em Pronto Atendimento.
Asma aguda infantil → β2 agonista inalatório a cada 20 min (3 doses) no PA.
No primeiro atendimento da crise asmática em crianças, a prioridade é a broncodilatação rápida. O uso de β2 agonistas de curta ação inalatórios, como o salbutamol, é a base do tratamento, administrado em doses repetidas para reverter o broncoespasmo.
A asma aguda na infância é uma das principais causas de atendimento em pronto-socorro pediátrico, sendo crucial que residentes dominem seu manejo. Caracteriza-se por episódios de broncoespasmo, inflamação das vias aéreas e hipersecreção de muco, levando a sintomas como tosse, sibilância, dispneia e desconforto respiratório. A identificação precoce da gravidade e a intervenção rápida são determinantes para o prognóstico. A fisiopatologia envolve a resposta inflamatória das vias aéreas a gatilhos, resultando em broncoconstrição e edema. O diagnóstico é clínico, baseado na história e exame físico, avaliando sinais de gravidade como taquipneia, tiragem, sibilância e saturação de oxigênio. A suspeita deve ser alta em crianças com histórico de asma ou atopia que apresentam piora respiratória. O tratamento inicial no pronto atendimento foca na reversão do broncoespasmo e controle da inflamação. A conduta preconizada inclui a administração de β2 agonistas de curta ação inalatórios (ex: salbutamol) a cada 20 minutos por até 3 doses, e corticosteroides sistêmicos (ex: prednisona ou dexametasona) para reduzir a inflamação. A oxigenoterapia é indicada se houver hipoxemia. O manejo adequado visa estabilizar o paciente, prevenir hospitalizações e reduzir a morbidade.
A primeira conduta é a administração de β2 agonistas de curta ação inalatórios, como o salbutamol, em doses repetidas (geralmente 3 doses a cada 20 minutos).
Corticosteroides sistêmicos devem ser administrados precocemente na crise asmática moderada a grave, ou em pacientes que não respondem bem aos broncodilatadores, para reduzir a inflamação.
A oxigenoterapia é indicada para crianças com saturação de oxigênio abaixo de 92-94%, visando manter a oxigenação adequada e prevenir hipoxemia.
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