CCG - Centro de Cirurgia Geral (MS) — Prova 2015
Dentre as indicações absolutas para intubação endotraqueal frente a uma Asma Aguda Grave em Pronto Socorro, assinale a alternativa incorreta:
Intubação em Asma Grave: indicada por PCR, rebaixamento consciência, ou falha terapêutica; acidose respiratória isolada NÃO é indicação absoluta.
A acidose respiratória isoladamente, embora um sinal de gravidade, não é uma indicação *absoluta* para intubação em asma aguda grave. Muitas vezes, pode ser corrigida com otimização da broncodilatação e ventilação não invasiva. As indicações absolutas incluem parada cardiorrespiratória, rebaixamento grave da consciência (Glasgow <7) e falha iminente da ventilação.
A asma aguda grave é uma emergência médica caracterizada por broncoconstrição intensa e inflamação das vias aéreas, levando a dispneia severa, sibilância e, em casos extremos, insuficiência respiratória. O manejo inicial no pronto-socorro envolve oxigenoterapia, broncodilatadores inalatórios (beta-2 agonistas e anticolinérgicos) e corticosteroides sistêmicos. A intubação endotraqueal e a ventilação mecânica são medidas de resgate, reservadas para pacientes com falha iminente ou estabelecida do tratamento clínico. As indicações absolutas para intubação incluem parada cardiorrespiratória, rebaixamento significativo do nível de consciência (por exemplo, Glasgow <7), exaustão muscular respiratória com hipoventilação iminente e hipoxemia refratária. É crucial esgotar as tentativas de tratamento broncodilatador em doses plenas antes de considerar a intubação, pois a ventilação mecânica em asmáticos é complexa e associada a riscos. A acidose respiratória isoladamente, embora um sinal de gravidade, não é uma indicação absoluta para intubação. Muitas vezes, a otimização da broncodilatação e, em alguns casos, a ventilação não invasiva podem reverter o quadro. A intubação em asmáticos exige uma abordagem cuidadosa, com ventilação protetora para evitar o barotrauma e o aprisionamento aéreo, que podem levar a complicações graves como pneumotórax e instabilidade hemodinâmica.
As indicações absolutas incluem parada cardiorrespiratória iminente ou estabelecida, rebaixamento significativo do nível de consciência (por exemplo, Glasgow <7), exaustão muscular respiratória com falha iminente da ventilação e hipoxemia refratária apesar de oxigenoterapia máxima.
A acidose respiratória, embora grave, pode ser reversível com a intensificação do tratamento broncodilatador e, em alguns casos, com o uso de ventilação não invasiva. A intubação e ventilação mecânica em asmáticos são procedimentos de alto risco, e devem ser evitados até que outras medidas terapêuticas sejam esgotadas ou haja sinais de falência iminente.
Os principais riscos incluem barotrauma (pneumotórax, pneumomediastino) devido à alta pressão nas vias aéreas, aprisionamento aéreo (auto-PEEP) levando a hipotensão e acidose, e dificuldade de ventilação devido à broncoconstrição severa. A intubação deve ser realizada com cautela e por profissional experiente.
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