UEPA - Universidade do Estado do Pará - Belém — Prova 2017
Quanto à asma aguda grave, é correto afirmar que:
Asma grave: histórico de VM, interrupção recente de corticoide oral, ou uso excessivo de SABA → alto risco de óbito.
A identificação de fatores de risco para óbito por asma é crucial para o manejo da asma aguda grave. Histórico de ventilação mecânica, interrupção recente de corticosteroides orais e uso excessivo de beta-2 agonistas de curta duração (SABA) são marcadores de doença mal controlada e de maior risco de desfechos adversos, exigindo atenção redobrada.
A asma aguda grave representa uma exacerbação da asma que não responde à terapia broncodilatadora inicial e pode ser fatal se não for prontamente reconhecida e tratada. É crucial identificar pacientes com alto risco de óbito para garantir um manejo intensivo e adequado. A epidemiologia mostra que, apesar dos avanços no tratamento, a mortalidade por asma ainda ocorre, principalmente em pacientes com doença mal controlada ou com fatores de risco específicos, sendo um tópico de grande relevância para a prática médica.
Os principais fatores incluem histórico de intubação e ventilação mecânica por asma, hospitalizações frequentes, interrupção recente de corticosteroides orais, uso excessivo de beta-2 agonistas de curta duração e comorbidades psiquiátricas.
O uso frequente (mais de um frasco por mês) de SABA indica controle inadequado da asma e dependência da medicação de resgate, mascarando a inflamação subjacente e aumentando o risco de exacerbações graves e óbito.
Corticosteroides orais são fundamentais para controlar a inflamação em exacerbações graves. A interrupção abrupta ou a não adesão ao tratamento pode levar a uma piora rápida do quadro e aumentar o risco de crises fatais.
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