IPSEMG - Instituto de Previdência dos Servidores de Minas Gerais — Prova 2024
Dentre as causas abaixo, assinale a alternativa que corresponda a uma causa de paciente com ascite e GASA (Gradiente Albumina Soro-Ascite) aumentada.
Ascite com GASA > 1,1 g/dL → sugere hipertensão portal (ex: cirrose, IC, Budd-Chiari, fígado esteatótico da gravidez).
O GASA é uma ferramenta essencial para diferenciar as causas de ascite. Um GASA elevado (>1,1 g/dL) indica que a ascite é causada por hipertensão portal, enquanto um GASA baixo (<1,1 g/dL) sugere outras causas, como malignidade ou infecção. O fígado esteatótico da gravidez pode levar à insuficiência hepática aguda e hipertensão portal, resultando em ascite com GASA aumentado.
A ascite, acúmulo de líquido na cavidade peritoneal, é uma complicação comum de diversas condições médicas. A avaliação do líquido ascítico, em particular o Gradiente Albumina Soro-Ascite (GASA), é fundamental para determinar a etiologia. O GASA é calculado subtraindo a albumina do líquido ascítico da albumina sérica. Um GASA maior que 1,1 g/dL sugere hipertensão portal como causa da ascite, enquanto um GASA menor que 1,1 g/dL indica outras etiologias. A fisiopatologia do GASA aumentado está ligada à pressão hidrostática elevada nos sinusoides hepáticos ou veias hepáticas, que força o líquido rico em proteínas para o espaço peritoneal. Condições como cirrose, insuficiência cardíaca congestiva, síndrome de Budd-Chiari e, como na questão, o fígado esteatótico agudo da gravidez, podem causar hipertensão portal. O diagnóstico diferencial é crucial para o manejo adequado do paciente. O tratamento da ascite depende da sua causa subjacente. No caso de GASA aumentado por hipertensão portal, o manejo envolve diuréticos, restrição de sódio e, em alguns casos, procedimentos como paracentese de alívio ou TIPS. É vital identificar e tratar a condição primária para controlar a ascite e prevenir complicações.
As principais causas de ascite com GASA aumentado (>1,1 g/dL) são aquelas associadas à hipertensão portal, como cirrose hepática, insuficiência cardíaca congestiva, síndrome de Budd-Chiari e fígado esteatótico agudo da gravidez.
O GASA é calculado subtraindo a concentração de albumina no líquido ascítico da concentração de albumina sérica (Albumina Soro - Albumina Ascite). É crucial para diferenciar ascite por hipertensão portal (GASA alto) de outras causas (GASA baixo).
O fígado esteatótico agudo da gravidez pode levar à disfunção hepática grave e insuficiência hepática, resultando em hipertensão portal e extravasamento de líquido para a cavidade peritoneal, com um gradiente albumina soro-ascite elevado.
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