SMS Piracicaba - Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba (SP) — Prova 2023
A asbestose é uma pneumoconiose devido à exposição ocupacional a poeiras de asbesto ou amianto. A medida viável mais eficiente para sua prevenção é
A medida mais eficaz na prevenção da asbestose é a substituição do amianto por materiais não tóxicos (controle de engenharia).
A asbestose é uma doença pulmonar grave e irreversível causada pela inalação de fibras de amianto. A prevenção primária é a estratégia mais eficaz, e dentro dela, a substituição do agente tóxico (amianto) por uma substância inócua é a medida de controle de engenharia de maior impacto, eliminando a fonte de exposição.
A asbestose é uma pneumoconiose fibrosante progressiva, causada pela inalação prolongada de fibras de amianto (asbesto). É uma doença ocupacional grave, com um longo período de latência (20-40 anos) e sem cura, levando a insuficiência respiratória e aumentando o risco de câncer de pulmão e mesotelioma. A prevenção é, portanto, a pedra angular do seu manejo. No campo da saúde ocupacional, a prevenção de doenças como a asbestose segue uma hierarquia de controle de riscos. Esta hierarquia prioriza as medidas que eliminam ou reduzem o risco na fonte. A medida mais eficaz é a eliminação do agente de risco, seguida pela substituição por uma substância menos tóxica. Controles de engenharia (ventilação, enclausuramento), controles administrativos (limitação do tempo de exposição) e, por último, o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) vêm em seguida. A substituição do amianto por materiais não tóxicos é a medida mais viável e eficiente para a prevenção primária da asbestose, pois remove a causa da doença. Embora o uso de EPIs e exames médicos periódicos sejam importantes, eles são medidas de proteção secundárias ou terciárias, que não eliminam o risco de exposição ou diagnosticam a doença em estágio inicial, respectivamente, mas não previnem a exposição inicial.
A hierarquia de controle de riscos segue a ordem: eliminação, substituição, controles de engenharia, controles administrativos e equipamentos de proteção individual (EPIs).
A substituição elimina a fonte do risco, impedindo a exposição dos trabalhadores ao agente tóxico desde a origem, sendo mais eficaz do que tentar controlar a exposição após ela já existir.
Os sintomas incluem dispneia progressiva, tosse seca, dor torácica e, em estágios avançados, baqueteamento digital. A doença tem um longo período de latência.
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