HOB - Hospital Oftalmológico de Brasília (DF) — Prova 2020
As recomendações de tratamento medicamentoso dos pacientes com Artrite Reumatoide (AR), o acompanhamento sistemático com progressão de medicamentos em caso de falha terapêutica é considerado estratégia custo-efetiva, sendo ADEQUADA a alternativa:
AR: Acompanhamento sistemático e progressão medicamentosa → melhora funcional, qualidade de vida e custo-efetividade.
O manejo da Artrite Reumatoide com progressão terapêutica é custo-efetivo, pois mantém os pacientes ativos, melhorando sua capacidade funcional e qualidade de vida. A falha terapêutica deve ser prontamente identificada para otimizar o tratamento e prevenir a incapacidade.
A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica autoimune que afeta principalmente as articulações, mas pode ter manifestações sistêmicas. Sua prevalência é de cerca de 0,5% a 1% da população adulta, sendo mais comum em mulheres. O manejo adequado e precoce é crucial para evitar a progressão da doença, a destruição articular e a consequente incapacidade funcional. O tratamento da AR visa controlar a atividade da doença, reduzir a dor, prevenir danos articulares e melhorar a função e qualidade de vida. A estratégia de 'treat-to-target' (tratar para atingir um alvo) é amplamente adotada, com monitoramento regular da atividade da doença e ajuste da terapia com DMARDs (drogas modificadoras do curso da doença), incluindo sintéticos e biológicos. A progressão de medicamentos, incluindo o uso de DMARDs sintéticos e biológicos, é uma estratégia custo-efetiva. Ao manter os pacientes ativos e funcionais, reduz-se o impacto socioeconômico da doença, justificando o investimento em terapias mais avançadas quando necessário. A adesão a protocolos de tratamento e a identificação de falha terapêutica são essenciais para otimizar os resultados e a qualidade de vida dos pacientes.
O acompanhamento sistemático permite a identificação precoce de falha terapêutica e a progressão adequada do tratamento, otimizando os resultados e prevenindo danos articulares irreversíveis e incapacidade funcional.
A progressão de medicamentos, quando indicada, é custo-efetiva ao manter os pacientes laboralmente ativos, melhorar a capacidade funcional e a qualidade de vida, reduzindo custos indiretos a longo prazo associados à doença e suas complicações.
Os principais objetivos são controlar a inflamação, aliviar a dor, prevenir a destruição articular, preservar a função física, atingir a remissão ou baixa atividade da doença e melhorar a qualidade de vida do paciente.
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