Artrite Reumatoide e Tuberculose Latente: Manejo Pré-Biológico

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Uma paciente de 52 anos, com diagnóstico de artrite reumatoide há 8 meses, retorna para consulta de seguimento em uso de metotrexato 25 mg/semana por via subcutânea e prednisona 5 mg/dia. Queixa-se de persistência de dor e edema em punhos, metacarpofalangeanas e interfalangeanas proximais bilateralmente, com rigidez matinal superior a 90 minutos. Ao exame físico, apresenta 10 articulações dolorosas e 8 edemaciadas, resultando em um escore de atividade de doença DAS28-PCR de 5,4 (atividade alta). Diante da falha terapêutica ao esquema atual, o médico planeja iniciar terapia com um inibidor do fator de necrose tumoral (anti-TNF). Como parte do protocolo de triagem para imunobiológicos, foi realizado teste tuberculínico (PPD), que resultou em 12 mm de induração, e uma radiografia de tórax, que se mostrou sem alterações. A paciente nega tosse, febre ou perda de peso. Com base nas diretrizes de manejo da artrite reumatoide e rastreio de infecções, a conduta mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Substituir o metotrexato por leflunomida em monoterapia, visto que o PPD positivo contraindica o uso de qualquer terapia biológica.
  2. B) Solicitar um novo teste de PPD em 8 semanas para avaliar o efeito booster antes de decidir pelo tratamento da tuberculose latente.
  3. C) Iniciar o agente anti-TNF imediatamente, uma vez que a radiografia de tórax normal exclui a necessidade de tratamento para tuberculose.
  4. D) Prescrever isoniazida por 6 a 9 meses e iniciar o agente anti-TNF após 30 dias do início do tratamento da tuberculose latente.

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