HEVV - Hospital Evangélico de Vila Velha (ES) — Prova 2015
Na arterite temporal, o diagnóstico e tratamento precoces visam evitar:
Arterite Temporal → tratamento precoce com corticoides previne cegueira irreversível.
A complicação mais temida e devastadora da arterite temporal (arterite de células gigantes) é a perda de visão irreversível, que ocorre devido à isquemia do nervo óptico causada pela inflamação das artérias ciliares posteriores. O diagnóstico e o início imediato do tratamento com altas doses de corticosteroides são cruciais para preservar a visão.
A arterite temporal, também conhecida como arterite de células gigantes (ACG), é uma vasculite sistêmica granulomatosa que afeta artérias de médio e grande calibre, predominantemente as que se originam do arco aórtico, especialmente os ramos da artéria carótida externa, como a artéria temporal. É mais comum em indivíduos com mais de 50 anos e frequentemente associada à polimialgia reumática. A importância clínica reside na sua capacidade de causar complicações graves e irreversíveis se não for diagnosticada e tratada precocemente. Os sintomas típicos incluem cefaleia temporal unilateral, dor à mastigação (claudicação mandibular), sensibilidade no couro cabeludo, febre, mal-estar e perda de peso. No entanto, a complicação mais temida é a perda de visão, que pode ser súbita, indolor e irreversível, afetando um ou ambos os olhos. Isso ocorre devido à isquemia do nervo óptico causada pela inflamação das artérias ciliares posteriores. O diagnóstico é baseado na apresentação clínica, elevação de marcadores inflamatórios (VHS e PCR) e é confirmado por biópsia da artéria temporal. O tratamento deve ser iniciado imediatamente com altas doses de corticosteroides (geralmente prednisona), mesmo antes da confirmação histopatológica, para prevenir a perda de visão. A falha em iniciar o tratamento rapidamente pode resultar em cegueira permanente, tornando a prevenção dessa complicação o principal objetivo da terapia.
Os sintomas incluem cefaleia temporal unilateral (nova ou diferente), dor à mastigação (claudicação mandibular), sensibilidade no couro cabeludo, febre, mal-estar e, mais gravemente, alterações visuais como amaurose fugaz ou perda de visão súbita.
O diagnóstico é baseado na clínica, elevação de marcadores inflamatórios (VHS e PCR), e é confirmado por biópsia da artéria temporal, que mostra inflamação granulomatosa com células gigantes. O ultrassom Doppler da artéria temporal também pode ser útil.
O tratamento deve ser iniciado imediatamente com altas doses de corticosteroides (ex: prednisona oral ou metilprednisolona IV em casos graves com perda visual) para prevenir a cegueira, mesmo antes da confirmação histopatológica.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo