Santa Casa de Marília (SP) — Prova 2022
O colo uterino tem como afluente vascular principal:
Irrigação principal do colo uterino = ramo cervical da artéria uterina.
O colo uterino recebe seu principal suprimento sanguíneo de ramos da artéria uterina. A artéria uterina, por sua vez, é um ramo da artéria ilíaca interna, e sua compreensão é vital para procedimentos ginecológicos e obstétricos, como histerectomias e ligadura de vasos.
A compreensão da anatomia vascular do colo uterino é fundamental para qualquer profissional de saúde que atue em ginecologia e obstetrícia. O colo uterino, a porção inferior do útero que se projeta na vagina, possui um suprimento sanguíneo robusto, essencial para suas funções fisiológicas e para a cicatrização pós-parto ou cirúrgica. A artéria uterina é o principal vaso responsável por essa irrigação. A artéria uterina é um ramo da artéria ilíaca interna e percorre lateralmente o útero, emitindo vários ramos. Um de seus ramos mais importantes é o ramo cervical, que se dirige ao colo uterino, anastomosando-se com ramos da artéria vaginal e da artéria ovariana. Essa rica rede vascular garante um fluxo sanguíneo adequado, mas também representa um desafio em situações de hemorragia, como no pós-parto ou durante procedimentos cirúrgicos. O conhecimento detalhado da trajetória e dos ramos da artéria uterina é vital para a segurança em intervenções como a histerectomia, onde a ligadura cuidadosa desses vasos é necessária. Além disso, em casos de hemorragia obstétrica grave, a ligadura da artéria uterina ou da artéria ilíaca interna pode ser uma medida salvadora. Residentes devem dominar essa anatomia para realizar procedimentos com segurança e gerenciar complicações hemorrágicas de forma eficaz.
A artéria uterina é um ramo da artéria ilíaca interna (também conhecida como artéria hipogástrica), que é a principal artéria da pelve.
Além do útero e colo, a artéria uterina emite ramos para a vagina (ramo vaginal), ovário (ramo ovariano que se anastomosa com a artéria ovariana) e tuba uterina (ramo tubário).
É crucial para procedimentos cirúrgicos como histerectomia, conização cervical e ligadura de vasos em casos de hemorragia pós-parto, minimizando riscos de sangramento e lesão de estruturas adjacentes.
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