UFG/HC - Hospital das Clínicas da UFG - Goiânia (GO) — Prova 2022
A artéria subclávia direita aberrante ou lusória é mais comum na
Artéria subclávia direita aberrante (lusória) é um marcador comum na Trissomia do 21.
A artéria subclávia direita aberrante, também conhecida como artéria lusória, é uma anomalia vascular congênita que, embora possa ocorrer isoladamente, é significativamente mais prevalente em fetos e crianças com Trissomia do 21 (Síndrome de Down), sendo um marcador ultrassonográfico importante.
A artéria subclávia direita aberrante, também conhecida como artéria lusória, é a anomalia do arco aórtico mais comum, ocorrendo em aproximadamente 0,5% a 2% da população geral. Ela se origina como o último ramo do arco aórtico, distal à artéria subclávia esquerda, e geralmente cursa posteriormente ao esôfago e traqueia para alcançar o membro superior direito. Embora possa ser uma variante anatômica isolada e assintomática, sua presença tem implicações clínicas importantes. A relevância da artéria lusória reside na sua associação com anomalias cromossômicas, sendo um marcador ultrassonográfico conhecido para a Trissomia do 21 (Síndrome de Down). Sua prevalência em fetos com Trissomia do 21 é significativamente maior do que na população geral, tornando sua detecção um sinal de alerta para investigação genética adicional. Além da Trissomia do 21, pode estar associada a outras síndromes genéticas e malformações cardíacas. Clinicamente, a maioria dos indivíduos com artéria lusória é assintomática. No entanto, em alguns casos, a compressão do esôfago pode causar disfagia (disfagia lusória) ou, menos comumente, a compressão traqueal pode levar a sintomas respiratórios. O diagnóstico é feito por exames de imagem como ultrassonografia (pré-natal), tomografia computadorizada ou ressonância magnética. O manejo depende da presença e gravidade dos sintomas e da associação com outras condições.
É uma anomalia vascular congênita onde a artéria subclávia direita surge diretamente da aorta descendente, passando geralmente por trás do esôfago e traqueia, em vez de ser o primeiro ramo do tronco braquiocefálico.
A detecção da artéria lusória no ultrassom pré-natal, embora possa ser uma variante normal, aumenta o risco de Trissomia do 21 e outras anomalias cromossômicas, justificando a investigação genética.
Não, a maioria dos indivíduos com artéria lusória é assintomática. No entanto, pode causar disfagia (disfagia lusória) ou sintomas respiratórios devido à compressão do esôfago ou traqueia.
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