SES-RJ - Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2025
Na maioria dos casos, a artéria cística origina-se diretamente da artéria:
Artéria cística → ramo da Artéria Hepática Direita (regra geral).
Na anatomia clássica, a artéria cística origina-se da artéria hepática direita dentro do trígono hepatocístico (de Calot), sendo um marco crucial na colecistectomia.
O conhecimento preciso da anatomia vascular do sistema biliar é fundamental para prevenir complicações intraoperatórias. A artéria cística geralmente cruza por trás do ducto hepático comum para alcançar a vesícula. Durante a colecistectomia laparoscópica, a dissecção cuidadosa do trígono de Calot é o passo mais crítico para a identificação segura das estruturas antes da clipagem e secção.
O trígono de Calot original é delimitado pelo ducto cístico, ducto hepático comum e a artéria cística. Atualmente, na prática cirúrgica, usa-se mais o trígono hepatocístico, delimitado pela borda inferior do fígado, ducto cístico e ducto hepático comum.
A artéria hepática direita aberrante ou substituta, que pode passar anteriormente ao ducto cístico ou originar a artéria cística precocemente, aumentando o risco de lesão iatrogênica durante a dissecção.
Para garantir a 'Visão Crítica de Segurança' de Strasberg, evitando a ligadura inadvertida da artéria hepática direita ou lesões de ductos biliares principais, o que previne complicações graves como isquemia hepática ou estenoses biliares.
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