Santa Casa de Barra Mansa (RJ) — Prova 2021
Sobre a apnéia da prematuridade, pode-se afirmar:
Apneia da prematuridade: interrupção do fluxo aéreo (obstrutiva), ausência de esforço (central) ou mista.
A apneia da prematuridade é um diagnóstico comum em recém-nascidos pré-termo, caracterizada por pausas respiratórias. É fundamental diferenciar os tipos (central, obstrutiva, mista) para o manejo adequado, embora a opção A foque na definição de apneia obstrutiva como interrupção do fluxo de ar nas vias aéreas superiores.
A apneia da prematuridade é uma condição respiratória comum que afeta recém-nascidos pré-termo, especialmente aqueles com idade gestacional muito baixa. Sua incidência é inversamente proporcional à idade gestacional, sendo quase universal em bebês com menos de 28 semanas. É uma das principais causas de morbidade neonatal, exigindo monitoramento e intervenção adequados para prevenir complicações como hipoxemia e bradicardia, que podem impactar o desenvolvimento neurológico. Fisiopatologicamente, a apneia da prematuridade resulta da imaturidade do sistema nervoso central, que leva a um controle respiratório instável, e da imaturidade das vias aéreas superiores. O diagnóstico é clínico, baseado na observação de pausas respiratórias, e pode ser confirmado por polissonografia em casos específicos. É crucial diferenciar a apneia primária da prematuridade de apneias secundárias a outras condições, como sepse, hipoglicemia ou distúrbios metabólicos. O tratamento inclui medidas de suporte, como posicionamento adequado e estimulação tátil, e intervenções farmacológicas, sendo as metilxantinas (principalmente cafeína) a terapia de primeira linha. A pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) também é uma modalidade terapêutica eficaz para estabilizar as vias aéreas e reduzir a ocorrência de apneias, especialmente as obstrutivas. O manejo visa otimizar a oxigenação e ventilação, permitindo o crescimento e desenvolvimento do prematuro.
A apneia da prematuridade é definida como a cessação da respiração por 20 segundos ou mais, ou por um período mais curto se associada a bradicardia, cianose ou palidez. Pode ser central, obstrutiva ou mista.
Os principais tipos são: apneia central (ausência de esforço respiratório), apneia obstrutiva (esforço respiratório contra via aérea bloqueada) e apneia mista (combinação de central e obstrutiva), sendo esta última a mais comum.
As metilxantinas, como a cafeína, são a primeira linha de tratamento farmacológico para a apneia da prematuridade. Elas estimulam o centro respiratório, aumentam a sensibilidade ao CO2 e melhoram a contratilidade diafragmática, sendo seguras e eficazes.
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