HC ICC - Hospital do Câncer - Instituto do Câncer do Ceará — Prova 2025
Apendicite aguda é a principal causa de abdome agudo cirúrgico em pediatria. As alternativas a seguir apresentam características da apendicite aguda, à EXCEÇÃO de:
Apendicite em crianças → O diagnóstico é eminentemente CLÍNICO; a TC não é obrigatória para todos os casos.
Embora a TC tenha alta acurácia, o diagnóstico de apendicite baseia-se na clínica e exames iniciais como USG para minimizar a exposição à radiação.
A apendicite aguda é a emergência cirúrgica mais frequente na infância. A fisiopatologia envolve a obstrução da luz apendicular, levando a edema, isquemia e eventual perfuração. Em pediatria, o diagnóstico pode ser desafiador devido à dificuldade de anamnese e exame físico em crianças pequenas. O uso de escores clínicos (como o Escore de Alvarado ou o Pediatric Appendicitis Score) auxilia na estratificação de risco, priorizando a observação clínica e a ultrassonografia antes de se optar por métodos com radiação ionizante.
A ultrassonografia (USG) de abdome é o exame inicial de escolha devido à ausência de radiação ionizante e boa sensibilidade em mãos experientes, especialmente em crianças com menor gordura abdominal.
Não. Especialmente nas primeiras 24 horas de evolução, o leucograma pode estar normal em uma porcentagem significativa de pacientes, embora a leucocitose com desvio à esquerda seja o achado laboratorial mais comum.
A TC deve ser reservada para casos em que a avaliação clínica e a ultrassonografia foram inconclusivas, visando sempre o princípio ALARA (As Low As Reasonably Achievable) de proteção radiológica.
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