Apendicite Aguda: Diagnóstico Clínico e Conduta Cirúrgica

HMMKB - Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen - Itajaí (SC) — Prova 2019

Enunciado

Homem, 22 anos, previamente hígido. Procura a emergência com dor abdominal de início há 48 horas, periumbilical que, após 12 horas, se localizou em fossa ilíaca direita,sem alterações do hábito intestinal ou sintomas urinários. Ao exame físico: frequência cardíaca de 110 batimentos por minuto, temperatura de 37,4°C, descompressão dolorosa em fossa ilíaca direita e redução dos ruídos hidroaéreos. O hemograma apresentava contagem de leucócitos normal e desvio à esquerda (14% de bastões), urinálise sem alterações. A ultrassonografia abdominal foi normal, porém não foi possível a visualização do apêndice vermiforme. Baseado no quadro acima, pode-se afirmar que a suspeita é de:

Alternativas

  1. A) apendicite aguda e a conduta adequada é a observação clínica e a realização de tomografia abdominal após 24 horas.
  2. B) diverticulite aguda e o paciente deve ser admitido e submetido à antibioticoterapia.
  3. C) apendicite aguda e o paciente já apresenta indicação cirúrgica.
  4. D) apendagite e o paciente deve ser submetido à cirurgia.

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