Apendicite Aguda: Desafios no Diagnóstico Clínico

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Campus Sorocaba — Prova 2024

Enunciado

Você é chamado ao pronto-socorro para avaliar uma mulher de 25 anos com queixa de dor abdominal iniciada há 12 horas. Ela inicialmente caracterizou a dor como um desconforto periumbilical, mas agora a dor é aguda e localizada no quadrante inferior direito do abdome. A temperatura medida em casa foi de 38 °C, apresenta anorexia e náuseas sem vômitos. A paciente nega diarreia, melena ou hematoquezia. A última menstruação da paciente foi há 3 semanas. Ela não toma nenhum medicamento e não tem alergias. Seus sinais vitais demonstram temperatura de 37,8 °C, frequência cardíaca de 88 batimentos por minuto, pressão arterial de 118 x 74 mmHg, frequência respiratória de 18 respirações por minuto e saturação de oxigênio de 98% em ar ambiente. O exame físico é normal, exceto pela sensibilidade focal à palpação, mais proeminente no ponto de McBurney. Em relação às manifestações clínicas deste diagnóstico, qual das alternativas está correta?

Alternativas

  1. A) A localização da ponta do apêndice tem pouco a ver com a determinação dos sintomas apresentados;
  2. B) Apenas 25% dos pacientes adultos com apendicite aguda apresentarão história ""clássica"";
  3. C) O diagnóstico clínico de apendicite aguda é mais preciso em homens do que em mulheres;
  4. D) A obstrução do apêndice não é a patogênese hipotética da apendicite aguda.

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