FMJ - Faculdade de Medicina de Jundiaí - Hospital Universitário (SP) — Prova 2023
Nos procedimentos laparoscópicos para remoção do apêndice cecal, as punções dos trocateres mais comu- mente aceitas são:
Apendicectomia laparoscópica: geralmente 3 portais (10mm umbilical, 5mm FIE, 5mm suprapúbico) para triangulação.
A apendicectomia laparoscópica utiliza tipicamente três portais para acesso: um umbilical de 10-12 mm para a câmera e dois portais de trabalho de 5 mm, geralmente posicionados na fossa ilíaca esquerda e na região suprapúbica ou fossa ilíaca direita. Essa configuração permite uma boa triangulação para manipulação e ressecção do apêndice.
A apendicectomia laparoscópica tornou-se o padrão-ouro para o tratamento da apendicite aguda devido às suas vantagens em relação à técnica aberta, como menor dor, recuperação mais rápida e melhor estética. O sucesso do procedimento depende em grande parte do posicionamento adequado dos trocateres, que permite uma visualização clara e uma manipulação eficiente dos instrumentos. A técnica mais comumente aceita envolve o uso de três portais. O primeiro portal, geralmente de 10-12 mm, é inserido na região umbilical para a câmera, fornecendo a visão principal do campo operatório. Os outros dois portais, tipicamente de 5 mm, são os portais de trabalho. Eles são posicionados estrategicamente para permitir a triangulação dos instrumentos, facilitando a dissecção, ligadura e remoção do apêndice. As localizações comuns para esses portais acessórios incluem a fossa ilíaca esquerda e a região suprapúbica ou fossa ilíaca direita. Embora existam variações na localização e no tamanho dos portais dependendo da preferência do cirurgião, da anatomia do paciente e da complexidade do caso, a lógica da triangulação e o uso de portais de tamanhos variados (10-12 mm para câmera e 5 mm para trabalho) são princípios fundamentais. A escolha correta dos portais minimiza o trauma da parede abdominal e otimiza a performance cirúrgica, contribuindo para um bom desfecho pós-operatório.
A configuração mais comum envolve três portais: um umbilical de 10-12 mm para a câmera, um portal de 5 mm na fossa ilíaca esquerda e outro de 5 mm na região suprapúbica ou fossa ilíaca direita para os instrumentos de trabalho.
A triangulação permite que os instrumentos de trabalho e a câmera formem um triângulo, otimizando o campo de visão e a capacidade de manipulação dos tecidos, tornando a cirurgia mais ergonômica e eficiente.
As vantagens incluem menor dor pós-operatória, menor tempo de internação, recuperação mais rápida, menor taxa de infecção de ferida operatória e melhor resultado estético, especialmente em casos de diagnóstico incerto ou obesidade.
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