SMA Volta Redonda - Secretaria Municipal de Saúde (RJ) — Prova 2020
Qual a complicação mais frequente no pós-operatório de uma apendicectomia:
Complicação mais comum pós-apendicectomia → Abscesso de parede (infecção do sítio cirúrgico).
A complicação mais frequente após uma apendicectomia é a infecção do sítio cirúrgico, que se manifesta como um abscesso de parede. Embora outras complicações como abscesso cavitário, fístula estercoral ou obstrução por bridas possam ocorrer, são menos comuns.
A apendicectomia é um dos procedimentos cirúrgicos abdominais de emergência mais comuns, realizada para tratar a apendicite aguda. Embora geralmente segura, como qualquer cirurgia, apresenta riscos de complicações pós-operatórias. O conhecimento dessas complicações é fundamental para o manejo adequado do paciente no pós-operatório. As complicações podem ser classificadas em precoces e tardias, e em locais ou sistêmicas. Entre as complicações locais, a infecção do sítio cirúrgico (ISC) é a mais prevalente, manifestando-se frequentemente como um abscesso de parede. Fatores de risco incluem apendicite perfurada, tempo cirúrgico prolongado e técnica cirúrgica. Outras complicações, como abscesso intra-abdominal (cavitário), fístula estercoral, obstrução intestinal por bridas e pileflebite (tromboflebite séptica da veia porta), são menos comuns, mas mais graves. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado das complicações são cruciais para a recuperação do paciente. Residentes de cirurgia geral devem estar aptos a reconhecer os sinais e sintomas de ISC e outras complicações, bem como a iniciar o manejo apropriado, que pode incluir drenagem do abscesso e antibioticoterapia.
A complicação pós-operatória mais frequente após uma apendicectomia é a infecção do sítio cirúrgico, que pode se manifestar como um abscesso de parede.
Os sinais incluem dor localizada na incisão, eritema, calor, edema, drenagem purulenta e febre, geralmente surgindo alguns dias após a cirurgia.
O abscesso de parede é superficial, na incisão, enquanto o abscesso cavitário é intra-abdominal e pode apresentar sintomas mais sistêmicos e dor difusa, sendo diagnosticado por exames de imagem como ultrassonografia ou tomografia.
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