Esclerose Sistêmica: Autoanticorpos e Prognóstico

SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2020

Enunciado

Assim como em outras doenças reumáticas autoimunes, a presença de autoanticorpos na esclerose sistêmica auxilia na caracterização das formas clínicas e no prognóstico da doença. Nesse contexto,

Alternativas

  1. A) o padrão de imunofluorescência mais comum do FAN é o citoplasmático.
  2. B) o anticorpo anticentrômero, na forma cutânea limitada, relaciona-se com o risco de hipertensão pulmonar.
  3. C) a presença de anticorpo antitopoisomerase I está associada a doença sistêmica grave e crise renal.
  4. D) o anticorpo anti-RNA polimerase III, na forma cutânea difusa, relaciona-se com o risco de doença intersticial.

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