UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2018
Paciente de 65 anos, com histórico de cardiomiopatia dilatada não isquêmica, hipertensão arterial sistêmica e, há dois anos, acidente vascular encefálico isquêmico, dá entrada na emergência queixando-se de que, nos últimos quatro dias, observou piora da fadiga e aparecimento de palpitações. Ao exame físico, mostra-se levemente taquipneico, com PA = 110 x 80 mmHg e FC = 150 bpm, além de discreto edema de MMII. O eletrocardiograma revela serrilhado na linha de base, com presença de ondas F a 300 Hertz e resposta ventricular de 150. É administrada dose em bolus de 5 mg de metoprolol, o que leva à redução da FC para 75 bpm, melhorando significativamente o estado do paciente, apesar de manter-se o padrão do serrilhado da linha de base. O médico estabelece contato com o responsável pelo setor de arritmia do hospital, visando a proceder ablação do foco arrítmico. Nesse momento, a conduta indicada é:
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