SMS Foz do Iguaçu - Secretaria Municipal de Saúde (PR) — Prova 2024
Algumas espécies de animais peçonhentos são consideradas de interesse em saúde pública no Brasil, devido à alta capacidade de proliferação em meios urbanos e a magnitude dos acidentes que provocam, seja em razão do número de acidentes que provocam em humanos, ao potencial de evolução clínica do envenenamento com gravidade ou de gerar sequelas temporárias e até mesmo permanentes. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.
Animais peçonhentos de interesse no Brasil: serpentes (Bothrops, Crotalus, Lachesis, Micrurus), Tityus, Loxosceles, Phoneutria, Latrodectus, Apis, Lonomia.
No Brasil, os acidentes com animais peçonhentos de maior relevância em saúde pública envolvem serpentes dos gêneros Bothrops, Crotalus, Lachesis e Micrurus, escorpiões do gênero Tityus, aranhas dos gêneros Loxosceles, Phoneutria e Latrodectus, abelhas Apis e lagartas Lonomia.
Os acidentes com animais peçonhentos representam um grave problema de saúde pública no Brasil, com alta incidência e potencial de morbimortalidade. A diversidade biológica do país contribui para a presença de diversas espécies de serpentes, escorpiões, aranhas, lagartas e abelhas que podem causar envenenamentos significativos. O conhecimento sobre os gêneros de maior interesse e o manejo adequado é crucial para profissionais de saúde. No Brasil, os principais animais peçonhentos de interesse em saúde pública incluem serpentes dos gêneros Bothrops (jararacas), Crotalus (cascavéis), Lachesis (surucucus) e Micrurus (corais-verdadeiras), que são responsáveis pela maioria dos acidentes ofídicos. Entre os escorpiões, o gênero Tityus, com destaque para o Tityus serrulatus, é o mais relevante. As aranhas de importância clínica são dos gêneros Loxosceles (aranha-marrom), Phoneutria (aranha-armadeira) e Latrodectus (viúva-negra). Além desses, as lagartas do gênero Lonomia (taturanas) e as abelhas do gênero Apis também causam acidentes com potencial de gravidade. O manejo desses acidentes envolve desde primeiros socorros adequados até a administração de soros antiveneno específicos, quando indicados. É fundamental que os profissionais de saúde estejam aptos a reconhecer os sinais e sintomas dos diferentes envenenamentos e a aplicar as condutas terapêuticas corretas, conforme os protocolos do Ministério da Saúde.
Os principais grupos são: Botrópico (gêneros Bothrops e Bothrocophias - jararacas), Crotálico (gênero Crotalus - cascavéis), Laquético (gênero Lachesis - surucucus) e Elapídico (gêneros Micrurus e Leptomicrurus - corais-verdadeiras).
A conduta inicial para acidentes com águas-vivas e caravelas inclui lavar o local com água do mar ou vinagre (ácido acético) para inativar o veneno, e aplicar compressas frias para alívio da dor. Evitar água doce e sabão, que podem liberar mais toxinas.
Os escorpiões de maior relevância clínica pertencem ao gênero Tityus, especialmente Tityus serrulatus (escorpião-amarelo). As aranhas de interesse são dos gêneros Loxosceles (aranha-marrom), Phoneutria (aranha-armadeira) e Latrodectus (viúva-negra).
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