Angioplastia Primária no Paciente Instável: Conduta
SUS-BA - Sistema Único de Saúde da Bahia — Prova 2025
Enunciado
Homem, 64 anos de idade, portador de hipertensão e diabetes mellitus tipo 2, é admitido na Unidade de Terapia Intensiva com dor torácica de início súbito, com 40 minutos de duração, irradiando para o braço esquerdo e mandíbula. No exame físico, está diaforético, com PA: 160x100 mmHg e FC: 90 bpm. O eletrocardiograma revela supradesnível do segmento ST de 3 mm nas derivações DII, DIII e aVF. Foi iniciado tratamento com ácido acetilsalicílico, clopidogrel e heparina.
A equipe decide proceder a angioplastia primária, mas, durante o preparo para o cateterismo, o paciente desenvolve bradicardia (FC: 45 bpm), PA:80x50 mmHg e perda do nível de consciência.
Em relação à angioplastia, é correto afirmar:
Alternativas
A) Deve-se reverter a anticoagulação para evitar sangramentos durante o procedimento.
B) O cateterismo deve ser adiado até a colocação de um marcapasso definitivo.
C) Está contraindicada, devendo-se realizar a cirurgia de revascularização miocárdica.
D) O cateterismo não deve ser adiado, mesmo diante da hipotensão e bradicardia. Situação-Problema: Questões de 7 a 9. Homem, 68 anos de idade, tabagista de longa data e com hipertensão arterial sistêmica, comparece à Unidade Básica de Saúde com queixa de dor nas panturrilhas ao caminhar cerca de 200 metros, que melhora com repouso após alguns minutos. Ele relata que a dor está piorando, progressivamente, nos últimos meses. Não tem história prévia de diabetes ou eventos cardiovasculares graves. Ao exame físico, os pulsos femorais são palpáveis, mas os pulsos poplíteos e tibiais posteriores estão ausentes bilateralmente. Há perda moderada de pelos nas pernas e pele fina com aspecto atrófico. Realizada investigação inicial, com índice tornozelo-braquial de 0,55 à direita e 0,58 à esquerda.
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