CBO Teórica 2 - Prova de Especialidades da Oftalmologia — Prova 2024
Na angiografia usando fluoresceína administrada por via oral, temos em decorrência da via de administração:
Angiofluoresceína Oral → Perda das fases precoces (arterial/venosa inicial) por absorção lenta.
A administração oral de fluoresceína é uma alternativa para pacientes sem acesso venoso, mas a absorção gastrointestinal lenta impede a visualização da dinâmica circulatória inicial.
Na angiografia oral, a concentração máxima de corante na circulação retiniana demora entre 15 a 30 minutos para ser atingida. Por esse motivo, o estudo detalhado da dinâmica vascular em tempo real (fases pré-arterial, arterial e venosa precoce) é inviável. O exame é focado na detecção de vazamentos tardios, edema macular e impregnações de lesões, sendo uma ferramenta diagnóstica valiosa quando a via tradicional não pode ser utilizada.
É indicada principalmente para crianças, pacientes com fobia severa de agulhas, pacientes com acesso venoso impossível ou aqueles com histórico de reações alérgicas leves à injeção intravenosa.
Diferente da via venosa, onde o contraste chega ao olho em segundos como um 'bolus', na via oral a fluoresceína é absorvida gradualmente pelo trato gastrointestinal, atingindo a circulação de forma lenta e diluída.
Sim, a incidência de efeitos colaterais graves, como choque anafilático, é significativamente menor na administração oral. Náuseas e vômitos também são menos frequentes.
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