Angina Pectoris Clássica: Diagnóstico e Estratificação

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2024

Enunciado

Homem de 45 anos, IMC de 30kg/m², com HAS e diabetes mellitus tipo 2 (DM2), em tratamento regular, usando enalapril, tiazídico e metformina, com controle adequado, comparece à consulta médica para avaliação de dor precordial iniciada há quatorze dias. Durante a consulta, paciente está sem dor e o ECG realizado não mostra alterações. A suspeita principal é de Angina pectoris clássica. Nesse caso, a melhor descrição do quadro clínico e a conduta adequada para sua estratificação de risco, respectivamente, são:

Alternativas

  1. A) dor precordial em pontada, desencadeada por frio/esforço físico, de duração de 15 minutos, com B3 / angiografia coronariana.
  2. B) dor precordial em aperto, agravada por digitopressão, de duração de 15 minutos, com B4 / cintilografia de perfusão miocárdica.
  3. C) dor precordial constritiva, desencadeada por estresse/esforço físico, de duração de 5 minutos, com B4 / prova de esforço.
  4. D) dor precordial em queimação, agravada pela inspiração, de duração de 5 minutos, com B3 / tomografia das coronárias.

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