Angina Instável: Manejo e Estratificação de Risco

Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2015

Enunciado

Paciente de 67 anos foi admitido no pronto-socorro com quadro de dor torácica opressiva em repouso, com irradiação para a mandíbula, acompanhada de diaforese com duração de duas horas. Paciente é hipertenso, diabético, tabagista e dislipidêmico. O ECG apresenta infradesnivelamento de ST de 2 mm em parede lateral. Relata quadro semelhante há um ano, com melhora espontânea em casa. O paciente foi submetido ao protocolo de dor torácica com ECGs seriados e dosagem seriada de marcadores de necrose. Ao final de 12 horas após início da dor precordial ele apresentava ECG sem sinais de isquemia, marcadores de necrose sem elevação em nenhuma das mensurações e clinicamente não apresentava mais a dor precordial. Nesse caso, qual a melhor estratégia de tratamento para o paciente?

Alternativas

  1. A) Alta hospitalar, com teste ergométrico em 7 dias.
  2. B) Internação hospitalar, com cateterismo cardíaco em 24 a 48 horas.
  3. C) Alta hospitalar, com ecocardiograma de stress em 7 dias.
  4. D) Alta hospitalar para seguimento ambulatorial precoce. 

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