Angina Instável: Diagnóstico e Manejo em SCA sem Supra ST

FAMERP/HB - Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto - Hospital de Base (SP) — Prova 2016

Enunciado

Mulher de 70 anos, com antecedente de diabetes, HAS e AIT prévio, comparece na sala de emergência com queixa de dor precordial de moderada intensidade (6 em 10) em queimação desencadeada ao subir um lance de escadas há 1 hora. A dor irradiou para região dorsal e face interna do membro superior direito. Ela referiu dispneia e diaforese associada. A paciente relatou melhora da precordialgia ainda a caminho do hospital logo após a administração de nitrato sublingual pelo médico do SAMU. O eletrocardiograma de admissão tem achados inespecíficos e seriado sem alterações dinâmicas. As dosagens de troponina T ultrassensível (limite superior da normalidade = 14 µg/ml) com valores colhidos com 0 horas da admissão, 3 horas e 6 horas foram 13, 15 e 15 µg/ml, respectivamente. Qual é o diagnóstico mais provável:

Alternativas

  1. A) Angina instável de risco intermediário.
  2. B) Infarto agudo do miocárdio sem supra ST.
  3. C) Dissecção de aorta.
  4. D) Angina instável de baixo risco.

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