Angina Estável: Diagnóstico, Manejo e Risco

HMDI - Hospital e Maternidade Dona Iris (GO) — Prova 2020

Enunciado

Gilmar, 52 anos, gari, vem à consulta na Unidade Básica de Saúde com queixa de dor no peito há 2 meses. A dor aparece quando está trabalhando e precisa correr ou carregar muito peso. Sente como um peso atrás do peito, que dura um 1 minuto e melhora quando fica em repouso. Ele é tabagista, fuma 1 maço/dia há 20 anos, e hipertenso, faz uso de captopril quando a pressão sobe. O risco cardiovascular calculado na consulta é de 34% e a probabilidade pré-teste para doença coronariana é maior que 90%. A alternativa que não corresponde ao caso de Gilmar é

Alternativas

  1. A) se o teste ergométrico não evidenciar sinais de isquemia miocárdica, é necessário iniciar investigação para outras etiologias de dor torácica como causas esofágicas e pulmonares;
  2. B) caso a dor de Gilmar apresente piora progressiva, com episódios de dor com duração maior e com menor limiar de esforço, é necessário manejar como síndrome coronariana aguda;
  3. C) em caso de um episódio de dor torácica maior do que 20 minutos, no momento do atendimento médico, é importante obter um eletrocardiograma e oferecer 300 mg de ácido acetilsalicílico (AAS);
  4. D) no caso de Gilmar, é recomendado o início de beta-bloqueadores, que podem promover alívio sintomático da angina.

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