Angina Estável: Marcadores de Risco no Exame Físico

Santa Casa de Limeira (SP) — Prova 2016

Enunciado

Homem de 60 anos de idade, hipertenso, diabético, dislipidêmico, tabagista, chega com história de dor opressiva torácica ao subir ladeira que dura cerca de 10 minutos e alivia com repouso há 6 meses, sem outros sintomas associados, exceto por dispneia que ficou mais intensa aos esforços. Atualmente em uso de enalapril 20 mg 2 x ao dia, metformina 850 mg 3 x/dia e sinvastatina 20 mg a noite. Ao exame físico: BEG, eupneico, anictérico, acianótico, orientado. AP = MV + sem RA, FR 14 irpm, ACV = RCR em 3T (B4) BNF com sopro sistólico de regurgitação mitral (+2/+6), presença de sopro carotídeo a direita PA = 140/90 FC = 78 bpm, Abdome = Globoso, flácido, sem visceromegalias, RHA+, MMii = sem edemas e com pulsos pediosos diminuídos. Qual dos achados do exame físico mais corrobora que a dor torárica do paciente tenha origem isquêmica?

Alternativas

  1. A) Pressão arterial. 
  2. B) Presença de b4. 
  3. C) Pulsos periféricos diminuídos. 
  4. D) Abdômen globoso sugestivo de síndrome metabólica.  

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