UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2023
Os aneurismas arteriais viscerais ocorrem com maior frequência na artéria:
Aneurismas arteriais viscerais mais comuns = Artéria esplênica (60%).
A artéria esplênica é o local mais comum para aneurismas arteriais viscerais, representando cerca de 60% dos casos. Embora frequentemente assintomáticos, podem romper, especialmente em gestantes, com alta mortalidade.
Aneurismas arteriais viscerais são dilatações anormais das artérias que irrigam os órgãos abdominais, como o baço, fígado, rins e intestino. Embora menos comuns que os aneurismas da aorta, sua importância reside no risco de ruptura e nas graves consequências associadas, que podem ser fatais se não diagnosticadas e tratadas a tempo. Entre as artérias viscerais, a artéria esplênica é, de longe, o local mais frequente para o desenvolvimento de aneurismas, representando cerca de 60% de todos os casos. Outras artérias que podem ser acometidas incluem a hepática, mesentérica superior e renal, mas com menor incidência. Fatores como multiparidade, hipertensão portal, pancreatite e aterosclerose são associados ao seu desenvolvimento. A maioria dos aneurismas de artéria esplênica é assintomática e descoberta incidentalmente em exames de imagem. No entanto, a ruptura é uma complicação devastadora, com mortalidade que pode chegar a 75%, sendo particularmente perigosa em gestantes. O tratamento pode variar desde a observação em casos assintomáticos e pequenos, até a embolização endovascular ou cirurgia aberta para aneurismas maiores ou sintomáticos.
Os aneurismas de artéria esplênica são os mais comuns entre os aneurismas arteriais viscerais, respondendo por aproximadamente 60% dos casos.
Fatores de risco incluem multiparidade, hipertensão portal, pancreatite, trauma abdominal, aterosclerose, displasia fibromuscular e doenças inflamatórias.
A principal e mais grave complicação é a ruptura, que pode levar a hemorragia interna maciça e choque, com alta taxa de mortalidade, especialmente em gestantes.
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