IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2020
Dentre os seguintes aneurismas viscerais, qual é o mais comum?
Aneurisma visceral mais comum = Artéria Esplênica.
O aneurisma da artéria esplênica é o aneurisma visceral mais comum, representando cerca de 60% de todos os aneurismas viscerais. É mais frequente em mulheres multíparas, pacientes com hipertensão portal e vasculites.
Aneurismas viscerais são dilatações anormais das artérias que irrigam os órgãos abdominais. Embora menos comuns que os aneurismas da aorta, sua ruptura pode ser catastrófica, com alta mortalidade. A identificação e o manejo adequados são cruciais para a prática clínica e para a preparação em provas de residência. Dentre os aneurismas viscerais, o da artéria esplênica é, de longe, o mais prevalente, correspondendo a aproximadamente 60% a 80% de todos os casos. É mais comum em mulheres, especialmente multíparas, e em pacientes com hipertensão portal, aterosclerose, vasculites ou pancreatite. Os aneurismas da artéria renal são o segundo mais comum, seguidos pelos da artéria hepática. A maioria dos aneurismas da artéria esplênica é assintomática e descoberta incidentalmente. O principal risco é a ruptura, que pode causar dor abdominal aguda e choque hipovolêmico. A indicação de tratamento (cirúrgico ou endovascular) geralmente é para aneurismas sintomáticos, em mulheres grávidas ou com potencial de gravidez, ou aqueles com diâmetro superior a 2 cm.
Os principais fatores de risco incluem multiparidade, hipertensão portal, vasculites, trauma abdominal, pancreatite e aterosclerose.
A principal importância é o risco de ruptura, que pode ser fatal. Aneurismas maiores que 2 cm ou sintomáticos geralmente requerem intervenção.
O diagnóstico é frequentemente incidental em exames de imagem como ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética abdominal, realizados por outras indicações.
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