Santa Casa de Campo Grande (MS) — Prova 2025
O Aneurisma de Aorta Abdominal (AAA) é encontrado em 1,3% dos homens com idade entre 45 e 54 anos, e em 12,5% daqueles na faixa etária entre 75 e 84 anos. Nas mulheres, a prevalência máxima foi de 5,2% nas idosas, sendo de 0% nas jovens. Sendo correto afirmar:
AAA: Maior prevalência em homens e fumantes; pior prognóstico e risco de ruptura em mulheres.
O tabagismo é um fator de risco modificável crucial para o desenvolvimento e progressão do AAA, explicando em parte a maior prevalência em homens. Contudo, apesar da menor prevalência, mulheres com AAA tendem a ter um diâmetro aneurismático menor no momento da ruptura e um risco de ruptura proporcionalmente maior, resultando em um prognóstico pior.
O Aneurisma de Aorta Abdominal (AAA) é uma dilatação localizada da aorta abdominal, geralmente definida como um diâmetro maior que 3 cm. Sua prevalência aumenta significativamente com a idade, sendo mais comum em homens do que em mulheres, conforme demonstrado pelos dados apresentados. O rastreamento por ultrassonografia é recomendado para homens tabagistas ou ex-tabagistas com idade entre 65 e 75 anos, devido ao risco elevado. Os fatores de risco para o desenvolvimento e progressão do AAA incluem tabagismo (o mais importante e modificável), idade avançada, sexo masculino, história familiar de AAA, aterosclerose, hipertensão arterial e dislipidemia. O tabagismo contribui para a degradação da parede aórtica, levando à dilatação. A diferença de prevalência entre os gêneros é marcante, com homens apresentando taxas significativamente mais altas, o que é parcialmente atribuído à maior exposição ao tabaco. Apesar da menor prevalência em mulheres, a evolução e o prognóstico do AAA são piores no sexo feminino. Mulheres com AAA tendem a ter um risco de ruptura maior para o mesmo diâmetro aneurismático em comparação com homens, e a ruptura ocorre em diâmetros menores. Isso resulta em uma maior mortalidade associada à ruptura em mulheres, tornando a vigilância e a indicação cirúrgica um desafio particular neste grupo.
Os principais fatores de risco para AAA incluem tabagismo, idade avançada, sexo masculino, história familiar de AAA, aterosclerose, hipertensão arterial e dislipidemia. O tabagismo é considerado o fator de risco modificável mais importante.
A maior prevalência de AAA em homens é multifatorial, mas o tabagismo, que historicamente tem sido mais comum e intenso em homens, é um contribuinte significativo. Fatores genéticos e hormonais também podem desempenhar um papel.
Embora a prevalência de AAA seja menor em mulheres, elas tendem a ter um risco de ruptura maior para um determinado diâmetro aneurismático e um prognóstico pior após a ruptura. Mulheres também tendem a romper aneurismas menores do que homens, o que pode atrasar o diagnóstico e a intervenção.
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