UNCISAL - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas — Prova 2020
A anemia ocorre principalmente pela deficiência de ferro é a carência nutricional de maior magnitude no mundo. Atinge, principalmente, crianças menores de dois anos e gestantes e, no pré-natal, relaciona-se com o baixo peso ao nascer e à mortalidade materna. Em relação às estratégias criadas no Brasil para o controle e redução da anemia por deficiência de ferro, assinale a alternativa correta.
Brasil: Suplementação semanal de ferro para crianças 6-18m e diária de ferro + ácido fólico para gestantes > 20s.
As estratégias brasileiras para controle da anemia ferropriva incluem a suplementação preventiva de sulfato ferroso para crianças (semanal, 6-18 meses) e para gestantes (diária, a partir da 20ª semana, associada a ácido fólico), além da fortificação de alimentos.
A anemia por deficiência de ferro é a carência nutricional de maior magnitude global, afetando principalmente crianças menores de dois anos e gestantes. No contexto pré-natal, a anemia ferropriva está associada a desfechos adversos como baixo peso ao nascer, prematuridade e aumento da mortalidade materna e infantil. Diante desse cenário, o Brasil implementou diversas estratégias para seu controle e redução. Entre as principais estratégias, destacam-se a suplementação preventiva de ferro e ácido fólico para grupos de risco. Para crianças de 6 a 18 meses de idade, a recomendação é a suplementação semanal de 25 mg de sulfato ferroso. Já para gestantes, a partir da 20ª semana de gestação, é indicada a suplementação diária de 60 mg de sulfato ferroso e 5 mg de ácido fólico, visando não apenas a prevenção da anemia, mas também a redução do risco de defeitos do tubo neural. Além da suplementação medicamentosa, outra medida crucial é a fortificação alimentar. No Brasil, a fortificação obrigatória das farinhas de trigo e milho com ferro e ácido fólico é uma política de saúde pública que visa aumentar a ingestão desses micronutrientes pela população em geral, contribuindo para a redução da prevalência da anemia ferropriva em larga escala.
No Brasil, a recomendação para crianças de 6 a 18 meses de idade é a suplementação preventiva semanal de 25 mg de sulfato ferroso.
Para gestantes, a partir da 20ª semana, a recomendação é a suplementação diária de 60 mg de sulfato ferroso e 5 mg de ácido fólico, visando prevenir anemia e defeitos do tubo neural.
Outra estratégia importante é a fortificação obrigatória das farinhas de trigo e milho com ferro e ácido fólico, visando aumentar a ingestão desses micronutrientes pela população geral.
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