Anemia Perniciosa: Diagnóstico e Manejo da Deficiência de B12

Centro Universitário Multivix Vitória — Prova 2020

Enunciado

Mulher de 35 anos, vigilante, previamente hígida, comparece ao ambulatório de clínica médica referindo parestesia em membros inferiores de evolução há cerca de um ano. Há 2 meses sua mãe faleceu de câncer gástrico e, desde então, está apresentando dificuldade de concentração e déficit de memória recente. Após o falecimento de sua mãe a paciente foi submetida a endoscopia digestiva alta, que evidenciou gastrite atrófica confirmada por biópsia, com pesquisa negativa para Helicobacter pylori. Além disso, também traz exames realizados de rotina há 1 semana que foram solicitados por sua ginecologista: Hemoglobina: 10,4 g/dL, hematócrito 30%, VCM: 110 fL, HCM 28 pg, CHCM 32g/dL, RDW 10%, Leucócitos totais 3,5 x 10³/mm³ (basófilos 0,5%/ eosinófilos 2,5%/ mielócitos 0%/ metamielócitos 0%/ bastões 1%/ segmentados 55%/ linfócitos 35%/ monócitos 6%) com hiperssegmentação de neutrófilos, plaquetas 87.000, TSH 4,0 mUI/L (VR: 0,45 - 4,5 mUI/L). Diante da hipótese diagnóstica mais provável, qual a melhor estratégia de tratamento para esse paciente?

Alternativas

  1. A) Reposição de vitamina B12 parenteral.
  2. B) Corticoide em dose imunossupressora.
  3. C) Ara-C em dose padrão por cinco a dez dias, associado a idarrubicina.
  4. D) Transplante alogênico de células-tronco hematopoiéticas.

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