Anemia Megaloblástica: Diagnóstico e Deficiência B12

SMS Curitiba - Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR) — Prova 2015

Enunciado

Maria, 68 anos, vai à unidade básica de saúde devido a queixa de fraqueza e de dificuldade para caminhar. Há 3 anos não consultava. É hipertensa, usa hidroclorotiazida e enalapril, com bom controle pressórico. Tem antecedente de neoplasia gástrica, tratada há 6 anos cirurgicamente. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, porém hipocorada ++/4+ e ictérica +/4+, normotensa, eupneica, FC: 84. Ausculta cardiopulmonar sem alterações. Abdome sem visceromegalia palpável ou percutível. Traz resultado de hemograma (abaixo). Traz também resultado de outros exames, solicitados em um pronto socorro, onde consultou devido a parestesia dolorosa em membros inferiores. Laboratório: Bilirrubinas totais 2.4, bilirrubina direta 0.4, bilirrubina indireta 2.0; LDH 2100; TGO 17, TGP 16; albumina 4.1; RNI 1.1. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável baseada na história clínica e exames laboratoriais e qual(is) exame(s) que poder(ão) confirmar o diagnóstico? (VER IMAGEM) 

Alternativas

  1. A) Púrpura trombocitopênica trombótica, pesquisa de esquizócitos e dosagem ADAMTS13.
  2. B) Leucemia Aguda, mielograma.
  3. C) Hemólise auto-imune, coombs direto e indireto.
  4. D) Anemia Megaloblástica, dosagem de vitamina B12, ácido fólico e homocisteína.
  5. E) Infiltração medular por neoplasia não hematológica, biópsia de medula óssea.

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